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Por Clarissa Peixoto, jornalista do Sindprevs/SC

A cena caótica em que vive o Brasil se consolida, em medida que os discursos da mídia hegemônica ganham corações e mentes. Todos os dias, uma enxurrada de informações chega as nossas casas, através de grandes corporações que têm na informação um objeto para o lucro. Em suas mensagens, promovem uma forma única de pensar que beneficia seus próprios negócios.

Na contramão dessa lógica corporativa, a comunicação sindical e o jornalismo independente buscam construir narrativas que permitam a reflexão, o acesso ao contraditório e a pluralidade de opiniões, fundamentais para que cada um de nós possa entender o que de fato acontece e se posicionar.

Por isso, a comunicação cumpre um papel estratégico na resistência ao momento de ofensiva aos direitos sociais e trabalhistas. Um exemplo atual da importância dessas ferramentas foi a cobertura do ato do dia 24 de maio, em Brasília. A contranarrativa da imprensa sindical e dos veículos de comunicação alternativos foram essenciais para denunciar a violência policial aplicada sobre os manifestantes. Como é o caso desta edição da Revista Previsão, em que a equipe do Sindprevs/SC esteve in loco, reportando os acontecimentos.

É nesse sentido, que o Sindprevs/SC aposta na comunicação como essência da vida sindical. Em 2017, ano do 9º Congresso, a entidade busca manter a atualidade de seus veículos de comunicação e inovar nas formas de se comunicar com a sua base de trabalhadores. A Revista Previsão acaba de completar quatro anos e chega a sua 14ª edição refletindo sobre questões que tocam diretamente a classe trabalhadora, em um trabalho também de formação sindical.

A atuação na internet também vai se consolidando, com o novo sítio eletrônico, lançado em 2016, a atualização diária de nossas redes sociais e, se amplia agora com o lançamento de mais uma ferramenta de diálogo com seus filiados, um aplicativo para tablets e celulares que estará disponível nos próximos meses.

O Sindprevs/SC acredita na informação produzida a partir do ponto de vista de quem trabalha e luta por um mundo mais justo e solidário.

*Artigo publicado originalmente na Revista Previsão, edição 14/junho de 2017