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Um estudo produzido pelo professor Matthew Morton, da Universidade de Chicago, revela que pelo menos 4,2 milhões de crianças e adolescentes estadunidenses estão hoje vivendo nas ruas, em refúgios ou casas de terceiros, por não possuírem uma casa própria. Os números falam em 700 mil adolescentes (entre 13 e 17 anos) e 3,5 milhões de jovens (entre 18 e 25 anos) em situação de rua. 

O estudo também mostra que no ano de 2015, ainda no governo de Barak Obama, o número de pessoas na condição de pobreza extrema passava de 45 milhões, sendo um dos números de desigualdade mais alto da história do país.  As famílias afro-americanas, os latinos e a comunidade LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transexuais) são as que apresentam as cifras mais altas dentro da população que não tem casa.

No trabalho, os investigadores optaram por utilizar o termo “sem teto” de forma mais ampla, contabilizando não apenas os que vivem na rua ou refúgios, mas também os moram de maneira precária, sem casa própria. "Nosso estudo teve como objetivo dar ao nosso país, pela primeira vez, uma visão mais completa da juventude  sem casa , incorporando inclusive os bem jovens, que nunca entraram nas estatísticas”, apontou Matthew Morton. Ele espera que esse estudo possa ajudar as autoridades a identificar melhor o problema e encontrar soluções. 

Segundo Bryan Samuels, também professor da Universidade de Chicago que participou do estudo, a sociedade tem a obrigação coletiva de assegurar que todos os jovens tenham oportunidades desde a mais tenra idade. Ele acredita que parte da solução está em avaliar medidas que podem ser tomadas pelas escolas dos bairros, evitando o aumento desse fenômeno que é a alta taxa de jovens sem casa, vivendo nas ruas do país. 

Fonte: Iela/Telesur

Ilustração: Frank Maia

 

 

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