Representantes da Fenasps reuniram-se com o interventor da Previc na Geap, Aubiérgio Barros, em Brasília, no dia 30 de outubro. Também estiveram presentes representantes da Anfip e da Anapec.

Barros informou que a antiga Geap deixou de existir em 1º de novembro. A partir de 30 de setembro, duas entidades serão estabelecidas: a de previdência (Geap Previdência) e de autogestão em saúde (Geap Saúde).

A Geap Previdência já nasce sob intervenção. O interventor afirmou que está “aberto a propostas”. A Anapec e a Anfip querem que os recursos do pecúlio sejam entregues ao sistema financeiro estatal. Com a divisão, o pecúlio ficou com R$ 1,9 bilhão líquidos, com 7,2% do patrimônio do prédio e R$ 8 milhões do Plano de Gestão Administrativa.

A Fenasps questionou que o Estatuto do Geap Saúde foi elaborado por um grupo totalmente indicado pelo governo. As propostas da Federação e das entidades não foram contempladas neste Estatuto.

Foi mantido o voto minerva e a presidência para os indicados, e o número de conselheiros não garante a representatividade das entidades. Sobre a eleição dos conselheiros para o Geap Saúde, a Fenasps entende que o interventor deveria fazê-la e não os nomeados pelo governo. Para Barros, de todo o processo, dois ponto foram positivos. O fato do convênio guarda-chuva que abre a possibilidade de acesso à Geap aos órgãos do governo, inclusive autarquias e que a Geap terá mais transparência, sendo fiscalizada pelo TCU.

A Fenasps solicitou uma nova reunião com o Diretor Executivo do Geap Saúde nomeado, que foi marcada dezembro.

Fonte: Fenasps