O Sindprevs/SC realizou no dia 27 de novembro Assembleia Estadual Geral online. Participaram da Assembleia servidores do INSS, Anvisa e Ministério da Saúde ativos e aposentados. 

Os servidores relataram a situação nos locais de trabalho, denunciando condições precárias, falta de trabalhadores e o descaso do governo com os serviços públicos, o que está ocasionando cada vez mais adoecimento e afastamento dos trabalhadores.

No INSS, por exemplo, os trabalhadores estão tendo que retornar ao trabalho em meio à pandemia do Coronavírus (Covid-19).

No Ministério da Saúde o descaso é igual, poucas condições de trabalho, desmonte da saúde pública e do SUS e falta de servidores.

Na Anvisa, mesmo em meio a uma crise sanitária no País, causada pela pandemia da Covid-19, o governo pretende fechar postos de portos, aeroportos e fronteiras (PAFs), três deles em Santa Catarina, no aeroporto de Joinville, porto de Imbituba e na fronteira com a Argentina, em Dionísio Cerqueira. Dos 81 postos do Brasil, 70 serão fechados. 

O governo Bolsonaro/Guedes congelaram o salário dos servidores até 2022 e vem aí a Reforma Administrativa para retirar mais direitos da categoria.

Diante de tantos ataques a categoria avaliou a necessidade de manter a luta e a organização, mesmo com as dificuldades que o distanciamento da pandemia exige. 

A Assembleia referendou a pauta aprovada pela Plenária Sindical de Base online, realizada no período da manhã. 

Foi aprovado o orçamento do Sindprevs/SC para 2021. Também foi aprovado na Assembleia a prorrogação do mandato da atual gestão da Fenasps por mais um ano, devido à pandemia. Posição levada pelos delegados de SC, eleitos na Assembleia, para a plenária nacional online da Federação.

A Assembleia encerrou com os informes jurídicos e lembrando que o Sindicato segue, desde o início da pandemia, no trabalho remoto e não medindo esforços para atender as demandas da categoria.

Os participantes avaliaram que está sendo um ano difícil para a classe trabalhadora em geral e que será necessário organização para responder aos ataques do governo, buscando saídas que não excluam ainda mais os trabalhadores, enquanto os donos do capital saem ilesos da crise e lucram cada vez mais.

Só a luta muda a vida!

#nenhumdireitoamenos

 

 

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